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Archive for novembro \28\UTC 2007

Second Life: uma nova vida para a educação

O que começou como um jogo pode ser uma nova estratégia para aprimorar a experiência dos alunos no processo de educação

SÃO PAULO – Imagine uma aula em que os próprios alunos encenam um fato histórico da Roma Antiga. Até aí nada de novo. Agora feche os olhos e imaginem que os alunos estão atuando no próprio Coliseu, com todos os demais alunos assistindo. É uma situação lúdica e interessante. Agora, imagine uma aula de anatomia, em que os alunos podem entrar pelo corpo humano. Isto tem maior interatividade e envolvimento. Então, imagine uma explicação sobre o funcionamento dos computadores, em que professores e alunos viajam para dentro de um computador.Todas essas cenas são possíveis. Basta pegar um avião para a Europa ou um assistir a um filme ou animação em computação gráfica. Mas, saiba que tudo isso é possível ser realizado com professores e alunos na frente de um computador, estejam todos eles em um laboratório de informática ou todos distribuídos fisicamente em qualquer lugar do mundo. Trata-se do Second Life, uma nova forma de acessar a internet que começou como um jogo que, além de trazer possibilidades de negócios, possibilita novas experiências educacionais.Perceba que essas vivências são variadas – podem ser coletivas, individuais, simultâneas, atemporais, presenciais, não presenciais e telepresenciais. Uma verdadeira revolução nas relações sociais e, é claro, na Educação.Todas essas possibilidades são os temas do I Congresso Second Life na Educação, cujo primeiro encontro será no dia 01 de dezembro de 2007, em São Paulo.O Congresso tem um formato diferenciado, em que a participação começa antes mesmo do encontro, por meio de ferramentas WEB 2.0. Tem o ponto de maior interação durante o evento, e prossegue após o evento com a utilização de diversos recursos, entre eles o MOODLE, plataforma tecnológica de ensino à distância, onde os congressistas terão acesso ao material completo do evento.Além da discussão sobre Ensino à Distância e de explicações sobre Second Life e construção do mundo virtual, este encontro trará reflexões importantes sobre o uso do Second Life como estratégia de ensino. Outro ponto importante é o lançamento do primeiro livro, em nível mundial, a tratar essa temática. Trata-se do “Second Life e Web 2.0 na Educação”, de autoria dos professores João Mattar e Carlos Valente, especialistas em tecnologia educacional.O evento é direcionado principalmente a profissionais da educação, mas também atende a estudantes e profissionais da área de tecnologia, internet, turismo, administração de empresas e demais interessados nos temas abordados.EMPRESASO I Congresso Second Life na Educação é realização do consórcio entre ABC Branding (especialista em branding e marcas educacionais), Dozen (Marketing e Tecnologia Educacional) e Polivalente (Tecnologia Educacional).Tem o patrocínio master da Universidade Anhembi-Morumbi e o apoio de Farol do Forte (Editora), Percreare (gestão de marcas), BESF (Brasil Educação Sem Fronteiras) e PressKit (Serviços OnLine).

Informações e Inscrições: (11) 3711.7020http://www.sleducacao.com.br

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ONLINE X IMPRESSO

Oi, pessoal! Aí está a prova dessa “difícil” relação…No último parágrafo tem um comentário que combina muito com o que a Geane fala em sala de aula sobre essa ampliação do leitor como produtor de notícias…

Beijocas,
Ellen Cristie

Gestores online reconhecem dificuldade na relação com os meios impressos

O jornalismo online ainda é visto com suspeita pelos profissionais dos meios impressos e precisa seduzir para se entrosar com as mídias tradicionais. Esta foi a tônica das exposições dos participantes dos painéis “Integração de operações off e online: barreiras e vantagens”, e “Jornal agora faz áudio e vídeo? A multimídia e a nova cultura das Redações”, que integraram o evento “Os Jornais e a Internet – para onde aponta o futuro?”, promovido pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) no auditório da Folha de S. Paulo nesta terça-feira (13/11).
O editor-chefe de Conteúdo Digital do Grupo Estado, Marco Chiaretti, afirmou que a mídia online teve um efeito devastador na mercantilização da notícia com a medição instantânea de audiência. Segundo ele, é um critério que precisa ser explorado. “O leitor tem diante de si na tela do computador uma verdadeira banca de jornais o tempo todo aberta e escolhe o que chama mais atenção.” Ele lembrou com bom humor dos tempos em que era visto com desprezo pelos colegas de jornal impresso. “Imaginava-os como dinossauros e a mim como um lêmure, que sobreviveria à extinção. Era a única forma de não chorar todo dia”, brinca.
A diretora de Jornais Online do Grupo RBS, Marta Gleich, disse que em sua experiência no Rio Grande do Sul a orientação é estimular os profissionais do jornal para que produzam conteúdo digital, mas nunca obrigar. Ela afirma que o ZeroHora.com permite um melhor aproveitamento do conteúdo produzido sem que se precise dedicar mais horas à apuração. “O fotógrafo antigamente apresentava apenas as fotos que sairiam na edição do dia seguinte, hoje tudo o que é batido é aproveitado em galerias online sem que nada se desperdice e o profissional não trabalha nem um minuto a mais por isso”.
A diretora executiva da Folha Online, Ana Lucia Busch, vê com cautela a integração entre as redações off e online e acredita que o veículo precisa seguir sua vocação sem se perder na ambição de se adaptar à realidade multimídia. “A Folha Online nunca será uma TV, um rádio ou um portal, somos e seremos apenas um site de notícias”, define. “Não precisamos ter medo que repórteres de empresas do mesmo grupo façam cobertura do mesmo fato, são apurações com finalidades diferentes”, afirma.
A editora executiva do Globo Online, Raquel Almeida, afirma ter criado para os profissionais uma cartilha com os dez mandamentos do jornalismo digital. Entre os tópicos mais importantes, sempre associar links e vídeos a fotos e matérias para facilitar a navegabilidade e “prender” o leitor. “O critério é a medida dele (o leitor).” A resistência dos profissionais em contribuir para a edição online foi resolvida, segundo ela, contratualmente. “Todos os profissionais têm contratos para produzir conteúdo em todas as mídias.”
O diretor de Redação do Estado de Minas e do Correio Braziliense, Josemar Gimenez, afirma que tem apostado em uma transição gradual do conteúdo tradicional para o conteúdo multimídia. “Estamos primeiro fazendo apurações conjuntas em pautas de variedades e outros assuntos menos pontuais para testar o formato”, explica. No jornal O Estado de Minas há um selo para que o leitor saiba que a mesma pauta que está na edição online estará no jornal da noite e na edição impressa do dia seguinte.
Todos os palestrantes ressaltaram também a importância da participação do leitor e sua relação com o repórter no novo jornalismo. Segundo eles, o formato online permite não apenas o estreitamento da relação mas uma ruptura do tradicional comportamento do leitor como receptor: o leitor daqui pra frente passará a também ser um produtor de notícia.

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MÍDIA DIGITAL

Desafio da mídia digital é ter modelo com sustentabilidade

Hermano Freitas

O maior desafio da mídia digital é descobrir ou inventar um modelo de negócios que sustente a qualidade do jornalismo online e rompa com a dependência econômica das mídias tradicionais. Esta foi a conclusão do seminário “Os Jornais e a Internet – para onde aponta o futuro?”, promovido pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) no auditório da Folha de S. Paulo, na terça-feira (13/11).
Palestrante do painel “Perspectivas de manutenção do modelo editorial offline no mundo online”, integrante da segunda metade do evento, o presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Jornalismo e professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Elias Machado, lamenta que a mídia digital ainda aplique a fórmula de publicidade dos meios impressos com a simples venda de espaço publicitário.
“Não é verdade que não se pode ganhar dinheiro com a internet, a lucratividade só precisa ser descoberta”, afirma. E dá uma pista de onde pode ser encontrada a sustentabilidade comercial.
“Temos que nos inspirar no entretenimento. As pessoas pagam para se divertir, veja o exemplo do Big Brother (programa da TV Globo): quem financia o programa não são os anunciantes, são os telespectadores. Com os R$ 0,30 de cada ligação para votar, a Globo arrecada R$ 12 milhões em cada paredão. O caminho para a lucratividade é por aí”, ensina.
O fortalecimento das marcas e a diversificação de produtos também foi apontado por Machado como uma das formas de sustentar uma mídia digital de boa qualidade. “A Reuters mostra que a venda bruta de informação é uma prática ultrapassada. Apenas 5% de sua receita vêm da venda de notícia, os outros 95% vêm do oferecimento de produtos muito específicos para clientes variados.”
Outro dilema da mídia digital é a abertura do conteúdo. A maioria dos sites de notícia no país são apenas plataformas de suporte aos jornais, que pagam a conta. “Os jornais ainda são a vaca leiteira”, afirma Machado.
Os casos de sucesso aparecem tanto na estratégia de abrir o conteúdo quanto na de mantê-lo restrito a assinantes. As práticas dependem apenas das intenções do veículo e estão submetidas aos interesses comerciais da empresa e até da disposição do público leitor.
Ao mesmo tempo em que o jornal A Gazeta abriu todo o conteúdo na internet e obteve sucesso, sendo o segundo veículo regional mais acessado da Globo.com, A Tribuna, de Santos, decidiu fechar o conteúdo para proteger o jornal impresso e até em um sinal de respeito ao assinante do veículo. Ambos afirmam estar satisfeitos com os resultados de suas estratégias.

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Telepresença: interação e interfaces

Material apresentado no seminário. Por Adriana Agostini

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dossiê políticas de inovação e tv digital

A revista eletrônica semestral Liinc em Revista visa promover e difundir a reflexão crítica e interdisciplinar sobre informação, conhecimento e desenvolvimento no mundo contemporâneo.

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